O corpo, a linguagem, o desejo e a subjetividade são tratados como territórios de experimentação, onde o pessoal se funde com o político e o íntimo se abre ao coletivo. A experiência da migração – do sul da Itália para a Venezuela – desempenha um papel central na sua investigação artística, moldando um pensamento atento às questões de identidade, pertencimento e memória, não alheadas da necessidade de tomadas de posição claras face ao contexto político da ditadura militar implantada no Brasil a partir de 1964.