Constituída em 2000, a Coleção da Fundação EDP é hoje uma das mais amplas e diversificadas coleções institucionais de arte contemporânea em Portugal. Reconhecida como um repositório relevante para a compreensão das tendências e transformações artísticas que marcaram as últimas décadas no país, a coleção conta com cerca de duas mil e quinhentas obras de mais de trezentos e quarenta artistas, incluindo figuras que se destacaram nos anos de 1970 e 1980 até às gerações mais recentes, integrando em particular artistas nascidos após a Revolução de 1974. O seu conjunto evidencia a diversidade de linguagens, atitudes conceptuais e orientações estéticas que caracterizam o panorama contemporâneo das práticas artísticas em Portugal.
A exposição no MAAT Central decorre em dois momentos. O primeiro abre ao público no dia 11 de fevereiro; o segundo abre a 29 de abril. Em conjunto, constituem uma das mais extensas apresentações públicas – cerca de 100 obras – da Coleção de Arte da Fundação EDP até à data.
Concebida como uma única exposição, que permanecerá patente até ao início de 2027, a mostra não se organiza segundo critérios temáticos, cronológicos ou por núcleos de artista. A seleção e montagem das obras foram pensadas em diálogo com as características espaciais e arquitetónicas das duas galerias, explorando afinidades e tensões estéticas e conceptuais entre artistas de diferentes gerações, géneros e disciplinas artísticas.
PARTE I: Gabriel Abrantes, Luisa Cunha, Ana Jotta, Joana Vasconcelos, José Pedro Croft, João Pedro Vale + Nuno Alexandre Ferreira, João Paulo Feliciano, entre outros.
PARTE II: Jorge Molder, Rui Sanches, Paulo Nozolino, Fernanda Fragateiro, Inês Botelho, Francisco Tropa, Ana Hatherly, Helena Almeida, entre outros.
Acessibilidade
Uma pequena parte desta exposição não é acessível a pessoas com mobilidade condicionada (PMC).