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Eventos
Conversa entre Cerith Wyn Evans e Pedro Melo Alves
Subtitle/Oneliner
Com moderação do curador Sérgio Mah
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No âmbito da exposição Formas no Espaço… através da Luz (no Tempo)
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Instalação de luzes suspensas parecem desenhar duas figuras a dançar
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Instalação de luzes suspensas parecem desenhar duas figuras a dançar
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Vista da exposição Cerith Wyn Evans – Formas no Espaço… através da Luz (no Tempo), MAAT, 2025. Foto: Bruno Lopes
Text
Uma conversa sobre som e luz, e o seu poder de transformar perceções e expandir os limites da experiência artística.

 

Esta conversa reúne o percussionista e compositor Pedro Melo Alves e o artista Cerith Wyn Evans para pensar o modo como o som e a luz moldam a nossa perceção do espaço e do tempo.

 

Num diálogo sobre processo, intuição e experimentação, Melo Alves e Wyn Evans abrem um espaço partilhado para o público refletir sobre as possibilidades sensoriais e conceptuais que emergem quando diferentes gramáticas artísticas se cruzam, convidando-nos a considerar como o som e a luz podem perturbar, sintonizar e transformar a experiência. 

 

 

 

Informações e bilhetes

Data: 31/01/2026

Horário: 15.30–16.30

Local: MAAT Gallery

Idioma: Inglês

Capacidade: máx. 80 pessoas

Preço: Bilhete de entrada museu e descontos aplicáveis

  • O acesso está sujeito à lotação dos espaços, sendo necessário levantar uma pulseira antecipadamente na bilheteira do museu (MAAT Central).
  • As pulseiras podem ser levantadas a partir de 1h30 antes do evento.
  • Os MAAT Friends têm entrada gratuita no museu, mas também necessitam de levantar uma pulseira.

 

 

 

Sobre os artistas

 

Cerith Wyn Evans

Cerith Wyn Evans (1958, Llanelli, País de Gales) é conhecido pelas suas práticas artísticas diversificadas, incluindo escultura, instalação, fotografia, cinema e texto, e pela sua abordagem única à arte, explorando frequentemente temas como a linguagem, a perceção e a temporalidade. Após estudar na Saint Martin's School of Art e no Royal College of Art em Londres, Evans colaborou com Derek Jarman, uma influência importante na sua carreira. Embora tenha usado o filme e o vídeo nos seus primeiros trabalhos, as luzes de néon e o texto, que frequentemente incorpora referências literárias e filosóficas, criando experiências imersivas e provocadoras para os espectadores, vieram a assumir grande protagonismo na sua produção.

Em 2003, Cerith Wyn Evans representou o País de Gales no pavilhão inaugural do país na 50.ª Bienal de Veneza, onde também participou em 1995 e 2017. A sua carreira artística é marcada pela participação em grandes exposições internacionais como a Documenta 11, Kassel (2002), a Bienal de Istambul (2005), a Trienal de Yokohama (2008), o Skulptur Projekte Münster (2017) e a Bienal de Liverpool (2021), e exposições individuais em instituições de destaque como a Tate Britain, Londres (2010), o Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris (2006) e a Serpentine Gallery, Londres (2014). Exposições mais recentes incluem a sua mostra individual no Museo Tamayo, Cidade do México (2018), Pirelli HangarBicocca, Milão (2019), Aspen Art Museum (2021), Sogetsu Kaikan, Japão (2023), Centre Pompidou-Metz (2024) e Museum of Contemporary Art Australia, Sydney (2025).

As obras de Cerith Wyn Evans estão presentes em várias coleções prestigiadas, incluindo a Tate Collection, Londres; o Museum of Modern Art (MoMA), Nova Iorque; a Fondation Louis Vuitton; o Centre Pompidou, Paris; e o Guggenheim Museum, Nova Iorque.

 

 

Pedro Melo Alves

Pedro Melo Alves é um dos bateristas e compositores em maior destaque na cena musical vanguardista dos últimos anos em Portugal. Explorador das possibilidades expandidas da percussão, improvisador, compositor para pequenas e grandes formações e programador, o seu trabalho é conhecido pela atitude exploratória e pelo cruzamento ambicioso de circuitos estéticos, do jazz e erudita à música eletrónica e experimental.

O seu trabalho tem sido reconhecido com diversas distinções (Prémio de Composição Bernardo Sassetti, El Intruso Banda Revelação 2021, Premio Internazionale Giorgio Gaslini) e tem colaborado com artistas como Tony Malaby, Sun Ra Arkestra, Ingrid Laubrock, Peter Evans, Leo Genovese, Mark Dresser, Jim Black, Ra Kalam Bob Moses, Joe Morris, Meg Stuart, Vera Mantero ou Gaya de Medeiros. Tem percorrido palcos como The Public Theatre (EUA), Jazzahead (Alemanha), 12 Points Festival (Irlanda), Europe Jazz Conference (Portugal), Saalfelden Jazz Festival (Áustria), Ljubljana Jazz Festival (Eslovénia), Suoni Per Il Popolo (Canadá), Südtirol Jazz Festival (Itália) ou Jazz em Agosto (Portugal).
Nascido em 1991 no Porto, Pedro Melo Alves estudou Bateria Jazz (ESMAE, Porto, 2011), Piano Jazz e Clássico (ESTAL, Lisboa, 2014) e Composição Musical (ESML, Lisboa, 2015).

Lidera e compõe para projetos como a sua Omniae Large Ensemble, The Rite of Trio ou In Igma. Foi artista residente na Galeria Zé dos Bois com o ciclo de improvisação Conundrum, toca nos duetos de percussão com João Pais Filipe ou Pedro Carneiro, e pertence a vários projetos com atividade internacional como HIIT com Andrea Grossi e Simone Quatrana, Luís Vicente Trio, Alma Tree com Ra Kalam Bob Moses e Vasco Trilla, Surma ou Memória de Peixe.

Em paralelo, Pedro compõe para Teatro, Dança, Cinema, encomendas de música erudita e tem programado ciclos de música no Água Ardente (Lisboa).

Schedule
End Date
Time Duration
Start time
15.30
 — 
End time
16.30
|
Location

MAAT Gallery

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Created with Lunacy
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